conheca-a-peliicula-de-vidro-flexivel-que-produz-5-vezes-mais-energia-solar

Conheça o vidro flexível capaz de gerar energia limpa

A SolarWindow é uma empresa que inovou ao criar um novo tipo de vidro flexível capaz de gerar energia limpa. O novo vidro super fino e dobrável aplicado em arranha-céus, carros e até mesmo aviões, poderia transformar totalmente a forma de como produzimos e coletamos energia solar.

Este vidro revolucionário foi criado através da aplicação de camadas de um líquido chamado Corning Willow Glass, simulando as temperaturas e as altas pressões que os produtores comerciais utilizam quando fabricam vidro rígido antigo.

Desta vez eles foram capazes de produzir o que chamam de um verniz que é muito fino, mas que pode gerar energia limpa.

O CEO da SolarWindow, John Conklin, disse em comunicado: “Juntamente com nossos revestimentos líquidos para vidro rígido da SolarWindow, estamos entusiasmados em expandir nossas capacidades com novas formas de gerar eletricidade limpa em quase todas as superfícies imagináveis usando o Corning Willow Glass flexível. Como líderes do setor, estamos estabelecendo uma visão clara para o futuro com esta nova e inovadora tecnologia”.

Leia também: Tijolos e cimentos que crescem e se reproduzem prometem revolucionar a indústria

A visão da empresa para o vidro é transformar arranha-céus em “geradores de energia verticais”, permitindo que os edifícios possam gerar energia renovável apenas por ficar ao sol.

Mas não são apenas os edifícios que podem se beneficiar de seu novo vidro; por ser dobrável e flexível, o vidro pode ser aplicado a carros, barcos, caminhões, ônibus ou aviões.

O produto ainda não está pronto para o mercado, mas esse é o objetivo final. Eles estão desenvolvendo seus produtos sob um Acordo de Pesquisa e Desenvolvimento Cooperativo (CRADA) com o Laboratório Nacional de Energia Renovável do governo dos Estados Unidos, e dizem que o principal objetivo do CRADA é a comercialização.

Quando o vidro estiver finalmente pronto, pode ajudar empresas e famílias a reduzirem emissão de carbono.

tijolo-cimento

Construção civil: tijolos e cimentos que crescem e se reproduzem prometem revolucionar a indústria

Imóvel: investimento seguro e rentável que nunca sai de moda

Imóvel: investimento mais seguro

tijolo-cimento

Construção civil: tijolos e cimentos que crescem e se reproduzem prometem revolucionar a indústria

Já imaginou um material sólido, perfeito para construção, que é capaz de crescer sozinho como recifes de corais? É basicamente assim que funcionam os tijolos do laboratório do cientista Wil Srubar, da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. Isso porque essas criações da biotecnologia não estão apenas vivas, mas em processo de reprodução, também.

Conhecidos como materiais vivos projetados (ELM), os tijolos são produzidos por bactérias e micróbios que convertem areia, nutrientes e outras matérias-primas em um biocimento, da mesma forma que os corais sintetizam recifes. Por isso, quando um dos tijolos é dividido ao meio, em questão seis horas, dois se formarão.

Com o ELM é possível construir materiais estruturais inertes, como cimento endurecido ou substitutos semelhantes à madeira, com aplicações para a construção civil, já que podem ser base de pistas de aeroportos, que se auto-constroem, e bandagens vivas.

A novidade do biocimento de Srubar é que essa invenção consegue reter as células vivas, mesmo na estrutura final. Isso é possível porque os cientistas controlam a temperatura e a umidade, mantendo esses organismos vivos. E quando quiserem estabilizar o crescimento, basta desativar esses controles, como explicado no artigo da Matter.

Leia também: Conheça o AIRPod, o carro ecológico movido a ar

Novo vs velho

Até então, os tijolos são feitos, normalmente, com argila, areia, cal e água, que são misturados, moldados e aquecidos em olarias a mais de 1000 °C, em um processo que consome muita energia e gera centenas de milhões de toneladas de emissões de carbono anualmente.

Em contrapartida, uma empresa da Carolina do Norte, nos EUA, chamada de bioMASON, foi uma das primeiras a explorar o uso de bactérias na fabricação desse material. Nesse caso, os micróbios é que convertiam nutrientes em carbonato de cálcio, que endurece a areia e a transforma em um material de construção resistente à temperatura ambiente.

“Você poderia cultivar uma pista temporária em algum lugar semeando bactérias na areia e gelatina?” pergunta Sarah Glaven, microbiologista e especialista em ELM do Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA. Em junho de 2019, pesquisadores da Base da Força Aérea Wright-Patterson, em Ohio, criaram um protótipo como o questionado por ela, com 232 metros quadrados.

A esperança, explica Blake Bextine, que dirige um programa ELM para a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Defesa dos EUA, é que, em vez de transportar toneladas de materiais para criar campos aéreos expedicionários, os engenheiros militares possam usar areia, cascalho e água locais e aplicar alguns “tambores” de bactérias — que produzem cimento — para criar novas pistas, em questão de dias. Esse movimento resultou em uma porção de grupos levando esse mesmo conceito adiante.

As informações são do Canaltech

Digitalização urbana com foco nas pessoas

Digitalização urbana com foco nas pessoas

conheca-a-peliicula-de-vidro-flexivel-que-produz-5-vezes-mais-energia-solar

Conheça o vidro flexível capaz de gerar energia limpa

Digitalização urbana com foco nas pessoas

Digitalização urbana com foco nas pessoas

Na última década, várias tendências globais têm promovido profundas mudanças na forma como as pessoas vivem em todo o mundo e como ocorre a digitalização urbana:

  • A crescente urbanização das populações mundiais;
  • A introdução da inteligência artificial, da robótica e de dispositivos de IoT (Internet das Coisas);
  • Mudanças ambientais que demandam atenção ao comportamento;
  • O crescimento das populações na África, na Ásia e na América Latina e o crescente poder de compra das classes médias nos países em desenvolvimento.

O crescimento populacional combinado com as migrações graduais das áreas rurais para as urbanas, de acordo com um relatório publicado pelas Nações Unidas em 2015, adicionará outros 2,5 bilhões de pessoas às áreas urbanas até 2050, atingindo uma porcentagem de urbanização de 68%, comparado a 55% em 2015.

A amplitude e o ritmo da mudança são sem precedentes: um novo relatório das Nações Unidas divulgado em maio de 2019 prevê que quase 90% do aumento ocorrerá na Ásia e na África. Até 2050, as populações urbanas da Índia, da China e da Nigéria aumentarão para 416, 255 e 189 milhões, respectivamente.

Todas essas mudanças e desafios se cruzam em uma esfera que, com o tempo, está destinada a se tornar cada vez mais importante para nossas comunidades e para o meio ambiente: a construção das cidades do futuro.

A construção das cidades do futuro

Seja construindo novas cidades ou redesenhando as atuais, as pessoas em todos os continentes querem viver em lugares projetados com atenção ao meio ambiente, à sustentabilidade, à segurança e à qualidade de vida.

Séculos atrás, o nascimento e o desenvolvimento dos municípios na Itália criaram as condições para o desenvolvimento do Humanismo e do Renascimento. Agora, na era da inteligência artificial, a criação de soluções habitacionais sustentáveis e com foco nas pessoas é o elemento fundamental e necessário para gerenciar o impacto social das mudanças que estamos passando e que assumirão formas ainda mais profundas nos próximos anos.

Isso significa aproveitar o poder da tecnologia para melhorar e simplificar a vida de dezenas de milhões de pessoas que nos próximos anos precisarão de casas em países com alto índice de crescimento populacional. Ao mesmo tempo, será necessário melhorar a oferta de serviços para pessoas que irão morar em bairros revitalizados nos países desenvolvidos.

Nas cidades do futuro, a infraestrutura digital será o elemento que possibilitará o fornecimento de novos serviços para apoiar a criação e ativar a vida comunitária, a inclusão e o bem-estar das pessoas, o compartilhamento de espaços e o fornecimento de um ambiente verde e sustentável. Hoje as pessoas buscam cada vez mais por espaços com serviços disponíveis e não apenas espaços para morar.

Aplicativos e serviços digitais também podem ser usados para promover um nível mais alto de atenção ambiental. Por exemplo, na escala de um apartamento ou uma casa, hoje somos capazes de implementar ferramentas digitais que permitem aos moradores monitorar o consumo de energia. Este é o primeiro passo para uma vida sustentável e para reduzir o consumo: se um morador vê quanto gasta por dia, é provável que ele reduza o consumo desligando ou gerenciando os aparelhos sempre que possível e remotamente.

Além disso, na escala do bairro, podemos equilibrar melhor a energia em um grande número de casas através do uso de Inteligência Artificial e big data, que podem ser usados para negociar melhores contratos para os moradores e permitir economizar dinheiro no dia a dia, como também permitir o desenvolvimento de projetos de infraestrutura e redes elétricas dimensionados de acordo com as necessidades reais.

A habitação acessível apoiada por serviços digitais é uma solução importantíssima para atender às necessidades dos moradores, além de promover um modo de vida mais ecológico, inclusivo e economicamente viável para as gerações futuras.

 

 

A tecnologia proporciona soluções inovadoras para novas cidades, construídas principalmente nos países em desenvolvimento, e para projetos de renovação e regeneração de bairros em países desenvolvidos, onde é possível implementar novos conceitos de design e soluções tecnológicas que agregam imenso valor à área e são amplamente apreciados pelos moradores, pois melhoram a sua vida cotidiana.

Apoiar a inclusão social, a inclusão digital e superar o analfabetismo são objetivos muito importantes que devemos alcançar em nossa sociedade e em nossas futuras cidades.

Concluindo, as cidades apoiadas por soluções tecnológicas voltadas para as necessidades das pessoas são um importante projeto a ser disseminado. Nossa capacidade de mudar positivamente o modo de vida de uma comunidade, gerando economia e promovendo crescimento, será a chave para criar um futuro mais positivo para todos.

Cristiano Radaelli
Diretor de Inovação da Planet Smart City

Transporte público: software pode reduzir impacto da chuva

Transporte público: software pode reduzir impacto da chuva

tijolo-cimento

Construção civil: tijolos e cimentos que crescem e se reproduzem prometem revolucionar a indústria

Transporte público: software pode reduzir impacto da chuva

Transporte público: software pode reduzir impacto da chuva

Desenvolvido pela Scipopulis, por meio de projetos apoiados pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), o software, chamado “Painel de ônibus”, permite monitorar o funcionamento do sistema de transporte público. Com isso, é possível detectar mais rapidamente problemas na operação das linhas e priorizar ações para minimizar os impactos para a população.

Implementado em escala-piloto em dezembro no Rio de Janeiro, o sistema também será testado em Belo Horizonte, uma das capitais brasileiras mais afetadas pela chuva neste verão.

“É a primeira vez que o painel de monitoramento está sendo usado para monitorar o fluxo de ônibus em época de chuvas, que causa muitos transtornos ao sistema de transporte público das cidades”, disse Roberto Speicys Cardoso, cofundador e sócio da Scipopulis.

Para monitorar o funcionamento do transporte público do Rio de Janeiro durante temporais, o painel mapeia em tempo real os pontos de alagamento na cidade e faz uma contagem dos ônibus cujo trajeto inclui vias interditadas.

Com isso, os gestores da frota de ônibus da cidade, composta por 6 mil veículos, têm a possibilidade de analisar antecipadamente as linhas mais afetadas e tomar decisões mais ágeis.

“Geralmente, em situações de chuvas, os gestores não dispõem dessas informações para tomar decisões rápidas. O painel possibilita visualizar minuto a minuto os trajetos e a localização dos ônibus e identificar as vias interditadas”, afirmou Cardoso.

Pontos de lentidão e acidentes

Sistema semelhante, sem a funcionalidade de monitorar pontos de alagamento, já é usado desde 2016 pela Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo para gerenciar a rede de transporte público da cidade, uma das mais complexas do mundo, composta por mais de 1,3 mil linhas e 15 mil ônibus.

Para isso, o painel mostra a velocidade em tempo real dos ônibus em qualquer via, correlacionando os dados de GPS dos sistemas de rastreamento usados pelas empresas para localização dos veículos com informações sobre o trânsito e estatísticas da rede de transporte público.

“O sistema permite que os gestores do transporte público de São Paulo identifiquem antecipadamente pontos de lentidão na cidade, além de detectar velocidades abaixo do esperado de uma linha para um determinado horário e ocorrências que interferem no trânsito, como acidentes”, explicou Cardoso.

O monitoramento contínuo gera dados por meio dos quais os gestores públicos podem fazer estudos comparativos, abordando pontos como o impacto no trânsito com a implantação de faixas e corredores exclusivos para ônibus na cidade.

“Temos dados sobre a velocidade média dos ônibus na cidade de São Paulo desde 2015. Com base nessas informações, os gestores podem avaliar a eficiência de novas faixas e corredores exclusivos para ônibus e tomar decisões de mantê-los ou alterá-los de forma mais embasada”, avaliou Cardoso.

Fonte: Exame

Paracuru terá Hilton e outros dois resorts de luxo

Paracuru terá Hilton e outros dois resorts de luxo

Digitalização urbana com foco nas pessoas

Digitalização urbana com foco nas pessoas

Paracuru terá Hilton e outros dois resorts de luxo

Paracuru terá Hilton e outros dois resorts de luxo

O município de Paracuru, no Ceará, terá um complexo com três resorts de luxo e um parque aquático. O investimento, em torno R$ 1 bilhão, será feito pelo grupo espanhol Inveravante.

Uma das bandeiras a operar no espaço, à beira mar, será a rede norte-americana Hilton, reconhecida por seus hotéis de luxo. Os outros dois resorts ainda estão em negociação. Ao todo, serão cerca 1.200 apartamentos, 400 em cada equipamento.

A previsão da Inveravante é de dar início às obras em 2021. A primeira fase, composta por um resort e o parque, já estão em fase de licenciamento junto à Semace.

O Grupo Hilton possui quase 6 mil propriedades em 114 países, nos quais atua por meio de 17 marcas. A empresa faturou US$ 8,9 bilhões em 2018.

Já o Inveravante, empresa familiar controlada pelo bilionário Manuel Jove, atua nos setores de hotelaria, imobiliário, agronegócio e energia. A empresa tem sua própria bandeira na hotelaria, a Attica21, mas seu portfólio inclui projetos com operação de Four Seasons, Hilton e Pestana.

As informações são do jornal O Otimista.

mercado imobiliário

Mercado imobiliário: três conceitos-chave

Transporte público: software pode reduzir impacto da chuva

Transporte público: software pode reduzir impacto da chuva

mercado imobiliário

Mercado imobiliário: três conceitos-chave

-> Serviços acima de espaço
-> Big data, grandes melhorias
-> Design guiado pela sustentabilidade

O déficit habitacional é um tema atual em todo o mundo. Nos EUA, Bernie Sanders prometeu acabar com a crise em moradias investindo 2,5 trilhões de dólares para construir dez milhões de unidades residenciais a preços acessíveis, caso ele se torne o próximo presidente.

No Reino Unido, a escassez de moradias tem sido um tema recorrente nos manifestos de todos os principais partidos políticos durante as recentes eleições gerais. Enquanto isso, na Itália, há um interesse crescente na “smartização” – com Milão agora hospedando novos desenvolvimentos urbanos de ponta.

Criar soluções mais viáveis ​​e eficazes para a questão de moradia a preços acessíveis é uma das principais prioridades no mundo imobiliário. Para avançar de maneira produtiva, existem três conceitos-chave que devemos levar em consideração para melhor responder aos muitos desafios enfrentados pelo setor.

Serviços acima de espaço

Uma abordagem centrada nos serviços está ganhando popularidade crescente. A metragem quadrada não é mais a principal prioridade para os consumidores, pois eles estão cada vez mais olhando além das quatro paredes de suas casas. Serviços que agregam valor, como troca de livros, compartilhamento de carros, espaços comuns compartilhados, academias ao ar livre e atividades lideradas pela comunidade agora estão ganhando popularidade. Os moradores desejam se sentir parte de uma comunidade onde se promove um ambiente mais coeso e socialmente inclusivo e a coletividade é incentivada.

Essa mudança de atitude marca um afastamento do velho ditado de “localização, localização, localização”. A introdução de serviços para beneficiar toda a comunidade resultou em menos interesse exclusivo dos moradores na localização, mas sim nos espaços comuns oferecidos pelos lugares que eles escolhem morar.

Nossos projetos, como a Smart City Laguna e Smart City Natal, integram uma ampla variedade de soluções. O Hub de Inovação serve como um ponto de encontro para atividades comunitárias e culturais. Próximo a ele, a academia inteligente, que utiliza energia cinética para recarregar dispositivos móveis, também é um exemplo de espaço compartilhado. Serviços como esses agregam valor duradouro. A cidade não apenas se tornou um ponto de referência na região, como também beneficia os moradores do entorno, que podem usufruir das áreas comuns.

Big data, grandes melhorias

A integração de tecnologias, seja big data, inteligência artificial ou gerenciamento remoto, está cada vez mais sendo muito procurada pelos consumidores. A coleta de dados de forma consensual oferece benefícios incríveis para ajudar os residentes a economizar dinheiro e, portanto, melhorar sua qualidade de vida. Com inteligência artificial e automação, por exemplo, somos capazes de rastrear, monitorar e ajustar o fornecimento de energia elétrica conforme necessário em todos os empreendimentos.

O gerenciamento desses dados pode fornecer informações abrangentes sobre os níveis de consumo, o que nos permite negociar melhores contratos de fornecimento de serviços nos municípios. Os residentes recebem informações personalizadas sobre seus hábitos diários de consumo remotamente e em tempo real através do Planet App. Isso acaba com uma preocupação cotidiana e permite que eles se concentrem em outras partes importantes das suas vidas.

Design guiado pela sustentabilidade

As questões ambientais e de sustentabilidade estão mais relevantes do que nunca. Os consumidores estão cada vez mais preocupados com o impacto causado pela maneira como vivem suas vidas – onde vivem, os alimentos que comem, as roupas que vestem e os meios de transporte que usam. Também existe uma demanda crescente por soluções inovadoras para ajudar a compensar as pegadas de carbono e criar áreas sustentáveis e ambientalmente amigáveis.

Os avanços tecnológicos possibilitaram integrar soluções energeticamente eficientes na criação de novos espaços verdes de longa duração. Por exemplo, a adoção de sistemas inteligentes de iluminação LED nas áreas públicas registrou uma grande redução no consumo de energia. Além disso, as áreas de árvores, plantas e animais selvagens podem ficar permanentemente hidratadas graças aos sistemas de irrigação inteligentes.

Gianni Savio
Global CEO, Planet Smart City

usina solar no quenia

Dessalinização da água do mar através de usina solar no Quênia

Paracuru terá Hilton e outros dois resorts de luxo

Paracuru terá Hilton e outros dois resorts de luxo

usina solar no quenia

Dessalinização da água do mar através de usina solar no Quênia

No mundo todo, mais de 2 bilhões de pessoas não tem acesso à água potável. Uma maneira de solucionar este problema pode ser a dessalinização da água do mar, processo que demanda energia elétrica e produtos químicos.

Pensando nesse problema, a ONG GivePower desenvolveu um sistema que utiliza a energia solar para realizar este processo. A nova tecnologia já está fornecendo água limpa para a comunidade de Kiunga, uma vila rural no Quênia, desde 2018.

Water Solar Farm: fazenda solar de água

Apelidado de “fazenda solar de água” o local possui painéis solares que produzem 50 quilowatts de energia, que é armazenada em duas baterias Tesla de alto desempenho e duas bombas de água que operam 24 horas por dia. O sistema produz água potável suficiente para 35 mil pessoas por dia – com uma qualidade melhor do que a produzida pelos processos tradicionais.

Além de fornecer água de boa qualidade para as pessoas, a fazenda solar de água não tem o mesmo impacto negativo de outros processos, que envolvem produtos químicos e resíduos salinos nocivos ao meio ambiente.

Com o sucesso da operação da primeira fazenda solar de água a GivePower expandiu sua área de atuação e está instalando sistemas similares em outras partes do mundo como o Haiti e comunidades isoladas na Colômbia.

Estima-se que em 2025 metade da população vai viver em áreas com escassez de água. O tratamento e reúso de água são cada vez mais importantes neste cenário, assim como o aproveitamento da água do mar.

Gostou desse artigo? Compartilhe nas suas redes sociais! 🙂

smart-city-cidade-inteligente-tecnologia

Cidades inteligentes e suas tecnologias: o papel do Big Data e da Internet das Coisas

mercado imobiliário

Mercado imobiliário: três conceitos-chave

smart-city-cidade-inteligente-tecnologia

Cidades inteligentes e suas tecnologias: o papel do Big Data e da Internet das Coisas

Várias cidades inteligentes ao redor do mundo estão implementando iniciativas para desenvolver ambientes urbanos mais sustentáveis e seguros, com ar e água mais limpos, melhor mobilidade e serviços públicos eficientes. Essas iniciativas são feitas por meio de tecnologias como a Internet das Coisas (IoT) e o Big Data, que formam a base do modelo de uma cidade inteligente.

Neste artigo, vamos explicar o que torna uma cidade inteligente, quais suas principais tecnologias e como o Big Data e a Internet das Coisas contribuem para o desenvolvimento das cidades inteligentes e seus aplicativos.

O que torna uma cidade inteligente

As cidades inteligentes usam as soluções em tecnologia para melhorar os serviços da cidade e a experiência de vida dos moradores. São utilizados sensores, redes e aplicativos para coletar dados relevantes, como congestionamento do tráfego, uso de energia e qualidade do ar. Esses dados podem ser usados para melhorar os serviços da cidade.

As principais tecnologias das cidades inteligentes

1 – Big Data e Internet das Coisas (IoT)

A IoT é uma tecnologia essencial para as cidades inteligentes. Os dispositivos, sensores e aplicativos coletam os dados das “coisas”. Com essas informações é possível tornar as soluções tecnológicas mais eficazes. Por exemplo: medidores de água inteligentes informando a qualidade e o seu uso ajuda a alertar a empresa de água sobre vazamentos ou contaminação em potencial.

E como isso funcionaria? É aí que entra a análise de Big Data. A IoT gera um grande volume de dados, que devem ser analisados e processados para que seja possível a implementação dos serviços nas cidades inteligentes.

2 – Sensores

Os sensores estão no centro de todos os dispositivos do sistema IoT. De carros conectados a semáforos e residências inteligentes, quase todos os dispositivos hoje possuem sensores que coletam e enviam dados para a nuvem. Essa interconectividade é o que torna possível o sistema da Internet das Coisas.

Por exemplo: sensores de proximidade possibilitam o desenvolvimento de sistemas automatizados de veículos. As cidades inteligentes usam sensores para medir uma infinidade de valores, desde o congestionamento do tráfego até os níveis de poluição, qualidade da água e uso de energia.

3 – Conectividade 5G

As tecnologias das cidades inteligentes exigem conectividade para funcionar. A rede 5G fornece às áreas urbanas uma forte conexão entre milhões de dispositivos e sensores, permitindo que a IoT funcione com eficiência.

4 – Tecnologia geoespacial

O planejamento urbano requer precisão de geolocalização e dados geográficos detalhados. As cidades inteligentes contam com tecnologias como o Sistema de Posicionamento Global (GPS) para gerenciamento de transporte e veículos conectados. O Sistema de Informação Geográfica (SIG) ajuda os planejadores da cidade a construir um modelo digital urbano com dados georreferenciados.

Isso permite que os engenheiros da construção, por exemplo, determinem a melhor rota para ciclovias ou onde colocar estações de transporte multimodais. No caso de novas cidades, como Belmont (EUA), os planejadores urbanos usam tecnologias geoespaciais para projetar áreas residenciais e urbanas para promover o deslocamento diário.

5 – Robótica

Os robôs deixaram os filmes de ficção científica para se tornar parte da vida cotidiana. A integração da robótica visa melhorar as operações da cidade, como o uso de drones para serviços postais. Cidades como Dubai, Cingapura e Tóquio estão na vanguarda dessa tendência, introduzindo “humanóides” para funções como serviço de quarto em hotéis e vigilância.

Por exemplo: os visitantes das Olimpíadas de Tóquio em 2020 receberão ajuda para se comunicar em japonês com robôs tradutores. Enquanto isso, em Dubai, Robocop não é mais uma fantasia, já que a cidade está testando policiais humanóides com a intenção de substituir 25% de sua força policial até 2030.

Gostou desse artigo? Compartilhe nas suas redes sociais e marque a Planet Smart City! 😉

Porto do Pecém: movimentação de longo curso cresce 109%

Porto do Pecém: movimentação de longo curso cresce 109%

usina solar no quenia

Dessalinização da água do mar através de usina solar no Quênia

Porto do Pecém: movimentação de longo curso cresce 109%

Porto do Pecém: movimentação de longo curso cresce 109%

A movimentação de cargas entre o Porto do Pecém e outros terminais pelo mundo atingiu o patamar de 4.025 contêineres de 20 pés (TEU) em janeiro de 2020. O dado representa um crescimento de 109% na movimentação de longo curso na comparação com igual período de 2019, quando 1.923 TEUs passaram pelo porto cearense.

Em janeiro de 2020, as exportações contabilizaram 2.607 TEUs, enquanto as importações totalizaram 1.418 TEUs. Em janeiro de 2019, as quantidades eram 1.665 TEUs e 258 TEUs, respectivamente.

De acordo com o gerente de negócios portuários do Complexo do Pecém, Raul Viana, o aumento na movimentação de contêineres nas rotas de longo curso é resultado também da nova linha, iniciada em setembro do ano passado, entre o Porto do Pecém e alguns portos espanhóis e italianos.

“Hoje o Pecém está conectado semanalmente aos terminais de Valência e Barcelona, na Espanha, além dos portos de Genova, Livorno e Gioia Tauro, na Itália. Estamos operando essa nova linha há apenas cinco meses, mas em pouco tempo já estamos colhendo resultados satisfatórios, principalmente por conta do serviço de exportação de frutas”, afirma Raul Viana.

Fonte: Diário do Nordeste

Crédito imobiliário: taxa mínima da Caixa para PJ cai para 6,50% mais TR

Crédito imobiliário: taxa mínima da Caixa para PJ cai para 6,50% mais TR

smart-city-cidade-inteligente-tecnologia

Cidades inteligentes e suas tecnologias: o papel do Big Data e da Internet das Coisas

Crédito imobiliário: taxa mínima da Caixa para PJ cai para 6,50% mais TR

Crédito imobiliário: taxa mínima da Caixa para PJ cai para 6,50% mais TR

A Caixa Econômica Federal anunciou a redução das taxas de juros cobradas em financiamentos imobiliários voltados para empresas. De acordo com o banco, a taxa mínima do crédito imobiliário para pessoas jurídicas passará de 9,00% para 6,50% ao ano, mais a taxa referencial. Esta taxa vale para clientes que já possuem relacionamento com o banco.

No caso das instituições que não possuem relacionamento com a Caixa, a taxa mínima passou de 13,25% para 11,75% ao ano, mais a TR. O prazo da construção é de até 36 meses em todos os casos. Já o prazo de carência é de 36 meses.

Além de reduzir as taxas nos contratos indexados à TR, a Caixa anunciou o lançamento de financiamentos indexados ao IPCA – o índice oficial de inflação – e o CDI.

Estes indexadores estarão disponíveis para os produtos “Apoio à Produção” e “Plano Empresa da Construção Civil”.

O Apoio à Produção permite o financiamento do custo total da obra, além de possibilitar aos clientes pessoa física o financiamento para aquisição de sua unidade desde o início da construção do empreendimento. A linha é mais conhecida como “Imóvel na Planta”.

Já o “Plano Empresa da Construção Civil”, também chamada de “Plano Empresário”, é voltado para empresas que querem produzir imóveis. “Na Caixa, essa modalidade permite o financiamento de clientes pessoa física a partir da execução de 80% do empreendimento”, informou a Caixa por meio de nota.

A modalidade de IPCA mais TR terá taxa mínima de 3,79% ao ano para empresas com relacionamento com o banco e de 7,80% para aqueles sem relacionamento.

No caso do CDI, a modalidade CDI mais cupom cambial terá taxa mínima de 1,48% para empresas com relação com a Caixa e de 5,40% para aquelas sem relacionamento. Na modalidade constituída apenas por porcentual do CDI, a taxa será de 119% para quem tem relação com o banco e de 194% para quem não tem.

“Os novos indexadores possibilitam ao cliente da construção civil mais acesso ao crédito voltado para a produção imobiliária”, afirmou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, por meio da nota. “As consequências dessas medidas serão a retomada dos lançamentos de empreendimentos, geração de emprego, renda e acesso a moradia”, acrescentou.

Fonte: Infomoney

Planet é destaque no Fórum Urbano Mundial da ONU

Planet é destaque no Fórum Urbano Mundial da ONU

Porto do Pecém: movimentação de longo curso cresce 109%

Porto do Pecém: movimentação de longo curso cresce 109%