A força feminina da Planet Smart City no Brasil

Com a ousada missão de transformar vidas através de cidades inteligentes e inclusivas, a Planet Smart City chegou ao Brasil no ano de 2015 pelas mãos de Susanna Marchionni, CEO da empresa no país. 

 

Desenvolvendo infraestrutura de alto padrão aliada a inovação social e digital com preços acessíveis, o projeto já caminha a passos largos no Ceará, no Rio Grande do Norte e em São Paulo. A representante nacional e cofundadora da Planet atua na contramão de lideranças tradicionais apostando no engajamento e no empoderamento das pessoas para fazer a diferença.  

 

Nascida em Turim, na Itália, Susanna vive sem se limitar às fronteiras. Mesmo tendo morado a vida toda na Europa, decidiu se mudar para o Brasil, aprender a falar português e renovar o mercado imobiliário brasileiro com as smart cities inclusivas.

 

“Em 2011, quando estávamos buscando o lugar para realizar o projeto piloto da Planet no mundo, vi uma reportagem da revista britânica The Economist, que afirmava que a região do Complexo Portuário do Pecém era uma das dez melhores do mundo para investir. Imediatamente, fui visitar a área e, em seguida, a Planet encomendou um estudo da Universidade de Milão, que constatou uma região de grande desenvolvimento econômico e com grande déficit habitacional, ou seja, o local ideal para o nosso projeto”, lembra a CEO. 

 

Mesmo em um mercado majoritariamente masculino, Susanna afirma nunca ter se intimidado: “Sempre pratiquei esportes e isso me ensinou que o sacrifício e a disciplina geram resultados que não estão ligados ao gênero. Por isso, onde quer que eu esteja, eu sempre atuo de forma firme, independentemente de quem está na minha frente”.

 

O resultado é o grande sucesso da Planet no Brasil, que atua hoje em cinco projetos nacionais e tem grandes metas para melhorar cada vez mais a qualidade de vida das pessoas.

 

“Com sede em Londres, operando também na Itália, na Índia e nos Estados Unidos, trabalhamos com o objetivo de chegar à marca de dez projetos no Brasil nos próximos dois anos e iniciar atividades em novos países, como a Colômbia. Nas cidades do futuro, as pessoas não irão comprar apenas lotes e casas, mas todos os serviços compartilhados que estão ao seu redor”, conta a executiva.  

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