Expansão da ZPE Ceará atinge 60% de conclusão e deve começar a movimentar a economia local

As obras de ampliação da Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE Ceará), atingiram, no fim deste mês de novembro, 60% de conclusão.

Chamada de Setor 2, a expansão tem 137 hectares distribuídos em quatro módulos, que terão como grande objetivo atrair empreendimentos de pequeno e médio porte.

Segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o Setor 2 da ZPE Ceará possui grande potencial para negócios relacionados a cinco setores. São eles: minerais não metálicos; alimentos; máquinas e aparelhos elétricos; equipamentos de informática e eletrônicos; e metalurgia.

 

Benefícios para as empresas

A ZPE Ceará é um distrito industrial incentivado, onde indústrias instaladas em sua área contam com benefícios tributários, cambiais e administrativos, tendo como contrapartida que, no mínimo, 80% da sua receita seja oriunda de suas exportações.

 

Localização

A instalação da ZPE Ceará, única zona de exportação ativa no Brasil, fica a 44km da Smart City Laguna (CE), um trajeto que leva apenas 30 minutos quando feito pela BR-222, e 40 minutos, seguindo pela CE-085.

 

Mais empregos para a região da Smart City Laguna (CE)

Novas empresas já devem chegar ao local ainda este ano, estimulando a oferta de postos de trabalho e o crescimento da economia. O Estado vai entregar com estrutura de ruas, energia e água para que a empresa venham, construir suas instalações e, consequentemente, gerar emprego e renda para a população.

 

Fonte: ZPE Ceará

Foto: Governo do Estado do Ceará

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Ampliação da ZPE deve receber primeiras indústrias esse ano

O Governo do Ceará deu início às obras de ampliação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), com investimento aproximado de R$ 30 milhões.

O Setor 2, como está sendo chamado, terá 240 hectares e será construído por módulos, de acordo com a chegada de novas empresas. O primeiro ocupará 23 hectares.

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A previsão é que essa área esteja toda pronta em fevereiro, mas novas empresas já devem chegar ao local ainda este ano, estimulando a oferta de postos de trabalho e o crescimento da economia.

O Estado vai entregar com estrutura de ruas, energia e água para que a empresa venham, construir suas instalações e, consequentemente, gerar emprego e renda para a população.

A ZPE Ceará é um distrito industrial incentivado, onde indústrias instaladas em sua área contam com benefícios tributários, cambiais e administrativos, tendo como contrapartida que, no mínimo, 80% da sua receita seja oriunda de suas exportações.

A Zona de Processamento de Exportação do Ceará é a única do país. 

Hoje, três empresas estão em operação nela: a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), White Martins e Phoenix Pecém. Em 2019, o trio movimentou mais de 12 milhões de toneladas de cargas.

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Foto: Prefeitura de São Gonçalo do Amarante
Fonte: Governo do Estado do Ceará

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A Smart City Laguna está situada em uma das regiões que mais crescem no Brasil: o município de São Gonçalo do Amarante, a 55 Km de Fortaleza, no Ceará.

Em virtude do Complexo Portuário do Pecém, a região vive uma grande ascensão econômica.

Mesmo com pandemia, o número de contratações em São Gonçalo do Amarante cresceu 70%.

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Segundo levantamento do Sistema Nacional de Emprego do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (Sine/IDT) do Pécem, entre janeiro e junho deste ano, 872 trabalhadores foram contratados para atuarem no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp).

Em entrevista para o jornal Diário do Nordeste, o gerente do Sine/IDT no Pecém, Grijalba Marques, ressalta que o avanço do mercado de trabalho na região se deu principalmente após o início da construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), em 2011.

Ele estima que mais de 40 mil trabalhadores passaram pela construção da indústria, que atualmente emprega de 4 mil a 5 mil funcionários.

“Nosso maior atrativo é a siderúrgica e os serviços de empresas ligadas a ela, assim como o próprio Porto do Pecém. Esses geram muitos empregos. Eu até brinco que a CSP parece uma minicidade”, ressalta Marques.

Ainda de acordo com o jornal, no primeiro semestre, 1.586 oportunidades foram disponibilizadas no Sine/IDT Pecém, sendo 396 deles apenas para empresas vinculadas à Associação das Empresas do Complexo.

O volume representa uma alta de 95% em relação a 2019 (810 vagas) e de 170% ante 2018 (587).

Fonte: Diário do Nordeste

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Como é viver em uma cidade inteligente inclusiva?

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Pecém – São Gonçalo do Amarante (Ceará)

Já está pronta a obra da micro usina de energia solar fotovoltaica do Complexo do Pecém. O novo equipamento levou três semanas para ficar pronto e possui 189 módulos fotovoltaicos (placas solares) com capacidade de gerar por ano até 104.600kWh de energia elétrica, por meio da luz do sol, para o condomínio de salas do Bloco de Utilidades e Serviços (BUS), que tem o consumo médio anual de 148.896 kWh.

A instalação da nova usina se alinha com o planejamento estratégico do Complexo do Pecém de buscar cada vez mais o desenvolvimento sustentável. No novo equipamento foram investidos R$ 400 mil para resultar em uma economia de aproximadamente R$ 84 mil/ano em energia elétrica. A expectativa é que em 4,7 anos, o investimento na usina traga o retorno esperado.

Fonte e foto: Governo do Ceará

Pecém: zona de desenvolvimento

O Complexo Portuário do Pecém aglomera várias estruturas, empreendimentos e companhias industriais e está localizado no município de São Gonçalo do Amarante, mesma região da Smart City Laguna.

Ambos ocupam posições geográficas estratégicas.

O Complexo está próximo aos principais mercados mundiais, como os da Europa e Estados Unidos, e aos que se apresentam em boas perspectivas de crescimento, como o da África.

Já a Smart City Laguna, primeira cidade inteligente inclusiva do mundo, está a 1 hora de Fortaleza e fica na região que vive uma grande ascensão econômica, além de ter belas praias e grande vocação turística.

 

Localização estratégia

A localização da Smart City Laguna é ideal para quem deseja morar, passar férias e investir! Aqui estão os motivos:

🌳 São 330 hectares, com aproximadamente 7.300 lotes.

👥 Infraestrutura para lazer da família, com biblioteca, cinema, quadra esportiva, bicicletas compartilhadas e muito mais.

🏘 Localização privilegiada: CE-341, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. Fica a 1 hora da capital Fortaleza.

🏖 Distância das praias: 20 minutos do Paracuru, 40 minutos do Pecém, 80km de Flecheiras e 240km de Jericoacoara.

 

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SAIBA MAIS

Confira as principais empresas instaladas no Complexo:

  • Companhia Siderúrgica do Pecém
  • Complexo Industrial do Pecém
  • Terminal Portuário do Pecém
  • Companhia Administradora da Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE CEARÁ)
  • Vale
  • ENEL
  • Phoenix
  • Votorantim
  • Cimento Apodi
  • EDP
  • Eneva
  • White Martins
  • Companhia Sulamericana de Cerâmica
  • TermoCeará
  • Aeris Energy
  • Silat (Siderúrgica Latino Americana)
  • Cimento Mizú
  • Ceará Apicultura
  • DSM
  • TRC
  • TMC
  • Magnesita
  • Jota Dois
  • Eurofértil
  • Emy Log
  • Hidrostec
  • Termaco
  • Rental
  • Daniel Transportes

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Porto do Pecém: primeiro porto do Brasil reconhecido pela Fundação Green Ward

No mês em que se comemorou o Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), o Porto do Pecém se tornou o primeiro porto do Brasil a ingressar na fundação holandesa Green Ward.

Isso aconteceu porque o terminal cearense concedeu descontos de até 10% na taxa de utilização das instalações de atracação para os navios sustentáveis – com certificado da fundação holandesa.

A iniciativa do Porto do Pecém foi considerada de extrema importância, pois tem o intuito de proteger a comunidade local e o ambiente marinho.

Com isso, o terminal cearense passa a fortalecer a união e a promoção contínua de operações mais seguras e limpas, fazendo uso do Green Ward como ferramenta.

O que é o Green Ward

Plataforma responsável por promover a segurança, qualidade e desempenho ambiental no transporte, o que facilita uma rede de fornecedores de incentivos com inúmeras opções de benefícios para os que possuem o certificado.

Os detentores do certificado da Green Ward demonstram que estão além dos padrões internacionais, possuindo um comprometimento com a segurança e o meio ambiente, apesar das operações portuárias.

Fonte: O POVO

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Indústria de pás eólicas abre 142 vagas no Pecém

A fabricante de pás eólicas Aeris, instalada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), está com 142 vagas de emprego abertas.

A empresa está localizada na mesma região onde está sendo construída a Smart City Laguna (Ceará): primeira cidade inteligente inclusiva do mundo.

As vagas abertas são para funções como coordenador de produção, inspetor de qualidade, operador de tratamento de resíduos, além de oportunidades para técnicos em elétrica e mecânica.

Por fazer parte do grupo de empresas que prestam serviços essenciais, como é o caso do setor de energia, a empresa não parou suas atividades.

A Aeris também está recebendo currículos para seu banco de talentos com oportunidades para cargos de auxíliar e líder de produção.

Os interessados devem preencher o cadastro no site da empresa e realizar os primeiros testes pela plataforma. Os salários vão de R$ 1.280,00 a R$ 7.800,00, de acordo com a função.

A empresa já vinha expandindo o número de colaboradores, passando de 2,5 mil para 3,5 mil funcionários. Para 2020, a Aeris planeja chegar a 4,8 mil funcionários, por isso vem abrindo vagas para diversas funções. A fabricante de pás eólicas já havia efetuado 274 admissões em março e abril.

Covid-19

Por conta da pandemia, a empresa fez adaptações na área operacional e nos processos de contratação. Dentre as adaptações implementadas no processo de recrutamento e seleção estão a adoção de entrevistas por videochamada, entrega de documentação por email, agendamento de exames admissionais por horário marcado e até a dispensa na entrega de alguns documentos necessários à contratação para evitar o comparecimento dos candidatos em bancos e outros ambientes.

“Não podemos parar, mas a garantia da saúde, da segurança e do bem estar de nossos colaboradores são requisitos primordiais para nós e fazem parte dos nossos valores”, explica a diretora de Gestão e Gente da Aeris, Gianna Cunha.

Fonte: Diário do Nordeste

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Porto do Pecém: movimentação de longo curso cresce 109%

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A movimentação de cargas entre o Porto do Pecém e outros terminais pelo mundo atingiu o patamar de 4.025 contêineres de 20 pés (TEU) em janeiro de 2020. O dado representa um crescimento de 109% na movimentação de longo curso na comparação com igual período de 2019, quando 1.923 TEUs passaram pelo porto cearense.

Em janeiro de 2020, as exportações contabilizaram 2.607 TEUs, enquanto as importações totalizaram 1.418 TEUs. Em janeiro de 2019, as quantidades eram 1.665 TEUs e 258 TEUs, respectivamente.

De acordo com o gerente de negócios portuários do Complexo do Pecém, Raul Viana, o aumento na movimentação de contêineres nas rotas de longo curso é resultado também da nova linha, iniciada em setembro do ano passado, entre o Porto do Pecém e alguns portos espanhóis e italianos.

“Hoje o Pecém está conectado semanalmente aos terminais de Valência e Barcelona, na Espanha, além dos portos de Genova, Livorno e Gioia Tauro, na Itália. Estamos operando essa nova linha há apenas cinco meses, mas em pouco tempo já estamos colhendo resultados satisfatórios, principalmente por conta do serviço de exportação de frutas”, afirma Raul Viana.

Fonte: Diário do Nordeste

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Nova linha para Espanha e Itália começa a operar no Porto do Pecém

Desde o último dia 23 de novembro, o Porto do Pecém passou a ter conexão direta com o porto de Valência, na Espanha. Isso porque teve início a operação da nova linha Mediterrâneo da MSC (Mediterranean Shipping Company), empresa especializada no transporte marítimo de contêineres.

Para receber o navio MSC Antigua uma operação inédita de boas-vindas foi preparada por rebocadores da Wilson Sons. Jatos d’água foram jogados na chegada do navio ao terminal de múltiplas utilidades (TMUT) do Porto do Pecém.

“Um dia de celebração, pois estamos muito felizes em trazermos essa nova rota para atrair mais cargas para o Porto do Pecém. E assim estimularmos o mercado no segmento das frutas”, disse Daniel Soares, gerente da filial MSC Fortaleza.

A nova rota vem para suprir a demanda crescente dos fruticultores que exportam parte da produção para países da Europa. Principalmente o melão, produzido no Ceará e no Rio Grande do Norte; a manga e a uva, produzidas no Vale do Rio São Francisco. O embarque dos contêineres foi feito pela operadora APM Terminals e durou aproximadamente cinco horas.

“Estamos constantemente participando de grandes operações e crescendo com toda essa demanda aqui no Porto do Pecém, por isso acomodar um navio com essas dimensões é uma honra pra gente”, disse André Magalhães, gerente Comercial APM Terminals.

O navio MSC Antigua tem 299,18 metros de comprimento e capacidade de armazenar até 8.886 contêineres. E cada contêiner refrigerado pode conservar até 25 toneladas de frutas.

“Esse é um serviço muito bom, especialmente para as exportações brasileiras. Por isso é um prazer para nossa equipe operar aqui, onde eu posso ver que há uma equipe profissional de alto nível trabalhando num porto seguro e moderno”, disse Fedir Sukhobrus, Comandante do navio MSC Antigua.

A nova linha de navegação para portos do mediterrâneo cumprirá a seguinte rota:

– Valência (9 dias);

– Barcelona (11 dias);

– Genova (13 dias);

– Livorno (15 dias);

– Gioia Tauro (16 dias).

O comandante do navio e o gerente da filial MSC Fortaleza foram homenageados com placas comemorativas especialmente preparadas pelo Complexo Industrial e Portuário do Pecém. “É um navio que sai do Pecém com frutas produzidas no Ceará e em outros estados do nordeste brasileiro em direção a portos da Espanha e da Itália. Com isso abrem se mais espaços para as nossas frutas e assim nossos fruticultores podem gerar mais emprego e renda”, disse Danilo Serpa, presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém.

Somente na safra 2018/2019 foram transportados pela MSC dois mil contêineres de frutas frescas a partir do Porto do Pecém. Além da nova linha para o mediterrâneo, seguem em operação regular linhas de navegação para Estados Unidos e Norte da Europa. A exportação da safra de frutas 2019/2020 segue até fevereiro do próximo ano.

Fonte: Governo do Ceará

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Economia do Ceará cresce acima da média do Brasil e do Nordeste

Apesar de uma ligeira queda em setembro, de 0,10%, a atividade econômica no Ceará avançou 2,29% nos primeiros nove meses deste ano, superando o crescimento observado no Nordeste (0,74%) e no Brasil (0,80%) no mesmo período. Se considerado o acumulado de 12 meses, desde setembro de 2018, a atividade no Estado avançou 2,38%, superando também os resultados do Nordeste (0,83%) e do Brasil (0,99%). Os dados, divulgados no último 14 de novembro, são do Índice de Atividade Econômica (IBC), divulgado mensalmente pelo Banco Central.

A expectativa é que a economia cearense feche 2019 com crescimento superior à média da Região e do País. “Essa leve queda em setembro pode ser vista como algo cíclico, sazonal, que talvez tenha sido impactada pelo setor do agronegócio. Mas o que nós temos visto nos últimos meses é que o Ceará vem crescendo muito mais do que a média nacional”, diz o economista Ricardo Coimbra.

Enquanto a atividade no Ceará recuou 0,10% na passagem de agosto para setembro, no Nordeste houve queda de 0,01% e, no Brasil, alta de 0,44%, na série com ajuste sazonal. “De modo geral, a expectativa é que a economia cearense mantenha essa tendência de crescimento bem acima da média do Nordeste e do Brasil”, avalia Coimbra.

O índice do Banco Central, considerado como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços, e agropecuária, além do volume de impostos. O índice é uma forma de avaliar a evolução mensal da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

Investimentos

O economista Lauro Chaves Neto, membro do Conselho Federal de Economia (Cofecon) e professor da Universidade Estadual do Ceará (Uece), acrescenta que, no longo prazo, os investimentos em infraestrutura e logística, como no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) e no Aeroporto Internacional de Fortaleza, deverão garantir o crescimento econômico do Estado em patamares elevados.

“No longo prazo, nós temos alguns eixos que irão puxar o crescimento do Ceará, como o Cipp que se consolida a cada dia, o hub (centro de conexões) aeroportuário, e o setor de energias renováveis”, aponta o economista.

No terceiro trimestre, o índice no Ceará apresentou alta de 0,17%, em relação ao segundo trimestre. Na mesma comparação, a economia brasileira avançou 0,91% e a do Nordeste retraiu 0,16%. Já em relação ao terceiro trimestre de 2018, a economia cearense cresceu 1,62%, a do Brasil, 0,99%, e a do Nordeste, o,29%. Para este ano, os economistas consultados pelo Banco Central estimam um crescimento de 0,92% para a economia brasileira.

Fonte: Diário do Nordeste

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Toyota quer implantar Centro de Distribuição no Complexo do Pecém

O secretário de Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado do Ceará, engenheiro Maia Júnior, informou ao colunista Egídio Serpa, do Diário do Nordeste, que, quarta-feira,30/10, reuniu-se pessoalmente em Fortaleza, pela quarta vez, com diretores da Toyota do Brasil. A reunião sequenciou as três anteriores, realizadas nesta capital e em São Paulo.

O assunto tratado foi o mesmo: o interesse da Toyota de construir na área do Complexo Portuário do Pecém, em São Gonçalo do Amarante (Ceará), um Centro de Distribuição de peças e automóveis. A comitiva da Toyota também se reuniu com operadores do Porto do Pecém. A um desses operadores, os diretores da montadora japoneses disseram que o interesse de sua empresa é iniciar, no mês de abril do próximo ano, as obras de construção do seu Centro de Distribuição na área do Complexo do Pecém.

O secretário Maia Júnior adiantou que o Centro de Distribuição da Toyota no Pecém será edificado em um terreno fora da geografia da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), ou seja, ele não terá qualquer atividade exportadora, devendo concentrar sua atividade na distribuição de peças e veículos para o mercado interno brasileiro, com foco nos estados das regiões Norte e Nordeste do País.

Na conversa que manteve com este colunista momentos antes do início do ato que marcou o lançamento da Expolog – a Feira Internacional de Logística, que se realizará no fim deste mês no Centro de Eventos do Ceará – o secretário Maia Júnior declarou-se “muito feliz” com a chegada da Toyota ao Ceará.

Ele disse que, com a Toyota aqui, “o Porto do Pecém será o primeiro do Norte e Nordeste a ter um berço de atracação para os navios “Roll on-Roll off” (embarcações nas quais entram e saem, usando seus próprios meios, automóveis e outros veículos automotores).

Segundo Maia Júnior, a esperança do Governo do Ceará é de que o Centro de Distribuição da Toyota no Pecém se transforme, num futuro próximo, em uma unidade montadora de automóveis elétricos, “mas isso é, por enquanto, só uma boa possibilidade”.

Fonte: Diário do Nordeste

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À frente das operações do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) desde dezembro do ano passado, a Autoridade do Porto de Roterdã planeja, para os próximos três anos, a construção de um terminal de tanques para armazenamento e transbordo de combustíveis, uma conexão de trem com o Porto e um projeto para fornecer Gás Natural Liquefeito (GNL) a uma nova usina termelétrica. O Complexo está localizado em São Gonçalo do Amarante, no Ceará.

A autoridade holandesa também se prepara para movimentar o dobro da atual produção da siderúrgica (maior empreendimento do complexo), que deverá passar de 3 para 6 milhões de toneladas de aço por ano, conforme declarou o novo diretor operacional do Porto do Pecém, Corné Hulst, em um artigo publicado em julho no site do Porto de Roterdã.

“O objetivo é expandir o Porto, e nós precisamos do conhecimento e da experiência de Roterdã para isso. Os bancos irão investir se souberem que os negócios serão bem gerenciados”, escreveu Corné Hulst, que também gerencia o departamento de engenharia do Porto.

Segundo o diretor, durante o período de transição, sua tarefa é aplicar o conhecimento e experiência da Autoridade do Porto de Roterdã, principalmente, no manuseio de diferentes cargas, na logística e no gerenciamento das expectativas dos clientes.

Ele classifica o Pecém como um “bom negócio com baixo risco e alto potencial de crescimento”, o que oferece “consideráveis” oportunidades de investimento. “Nós nos diferenciamos vendendo nosso conhecimento no mercado. Fazemos isso demonstrando o quão bem organizados, transparentes e confiáveis nós somos”, diz o diretor operacional. “Grandes clientes internacionais querem estabelecer escritórios aqui”. Antes de chegar ao Pecém, Hulst trabalhou em operações portuárias no Egito, Oman e em Moçambique.

Nova cultura

Ao longo dos últimos 10 meses, a Autoridade do Porto de Roterdã vem, pouco a pouco, implantando no Pecém, sua cultura. Uma das mudanças apontadas por operadores de cargas é a desburocratização de procedimentos e maior eficiência no atendimento a importadores e exportadores. Para isso, o porto vem investindo em inovações digitais, que reduzem custos logísticos de seus clientes.

Há apenas quatro meses como diretor executivo financeiro do Cipp, Tiemo Arkesteijn, disse ao Diário do Nordeste ter uma avaliação “muito positiva” das pessoas que trabalham no Porto, das operações e dos parceiros. “Estamos fazendo um bom progresso com os nossos projetos estratégicos, bem como as melhorias do dia a dia em relação a processos e operações”, diz. “Temos muito a fazer ainda, mas o progresso e a mudança já está visível”.

Hub logístico

Além dos planos de expansão do Porto, a autoridade holandesa terá o desafio de consolidar o Pecém como um grande hub logístico no Nordeste, concretizando, assim, o objetivo do Governo do Estado para o Pecém. Para clientes e operadores do terminal, a expectativa é de que, com a parceria, o Porto do Pecém atraia novos armadores e passe a disponibilizar novas rotas de longo curso.

Além da posição geográfica privilegiada, pela proximidade aos Estados Unidos e ao continente europeu em comparação a outros portos brasileiros, o Porto do Pecém fica a apenas algumas dezenas de quilômetros ao sul de uma “avenida” com intenso fluxo de grandes cargueiros, que cruzam o Canal do Panamá, bastando que haja demanda para que essas embarcações atraquem no Pecém.

Fonte: Diário do Nordeste

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Projeto do Governo Federal, BR do Mar, pretende incentivar a cabotagem. O nome é dado à navegação entre portos do mesmo país. O BR do Mar pode consolidar o Porto do Pecém, neste tipo de movimentação, tornando-o o principal terminal marítimo do Nordeste. O porto está localizado em São Gonçalo do Amarante, na região próxima à Smart City Laguna.

“O Porto do Pecém recebe com muita expectativa essa nova proposta do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Já estamos entre os portos brasileiros que mais crescem na cabotagem”, comemora Danilo Serpa, diretor-presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp).

Ele destaca que, no primeiro semestre de 2019, o Porto registrou um crescimento de 56% na cabotagem de contêineres em relação aos primeiros seis meses de 2018. E no mesmo período, a operação correspondeu a 53% da participação da navegação pelo Porto.

“Isso se deve a nossa localização extremamente estratégica. Temos hoje seis linhas semanais regulares de navegação que nos permitem desembarcar e embarcar mercadorias para portos de todo Brasil. E com esse incentivo da União, acreditamos que vamos conseguir mais rapidamente nos tornar o principal porto de entrada e saída de cargas da região Nordeste”, aponta Serpa.

Heitor Studart, presidente da Câmara Setorial de Logística (CSLog) e coordenador do Núcleo de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), diz que o incentivo à cabotagem deve alavancar as operações no Pecém.

“Eles querem financiar a aquisição de navios estrangeiros para aumentar a demanda. Eles também vão incentivar a parte de impostos e tributos sobre embarcações”, acrescenta.

Leia também: Investimentos no Complexo do Pecém chegam a R$ 772,8 milhões

Eixos

Para Maria Fernanda Hijjar, sócia-executiva do Instituto Ilos, o programa deve alavancar o segmento de cabotagem tanto no País, como no Ceará.

“A intenção da BR do Mar é muito boa. É aumentar o uso da cabotagem. O Brasil ainda usa muito pouco o potencial da cabotagem, o que é muito ruim para o País. O objetivo é colocar incentivos específicos sem colocar nenhum dinheiro em infraestrutura e aumentar a utilização da cabotagem para permitir o desenvolvimento econômico e reduzir a utilização de estradas e a dependência das empresas de transporte rodoviário. Isso fará com que o País fique mais adequado em termos de modais”.

Segundo ela, o Governo colocou cinco frentes na BR do Mar que foram chamados de eixos temáticos.

“Os eixos são frota, que é a disponibilização de navios; custos, que são os itens relacionais aos gastos para operar a cabotagem. Eles falam um pouco da praticagem, portos e indústria naval. O projeto possibilita que empresas que operam a cabotagem tenham mais navios disponíveis. Porque com maior frota, elas podem ofertar mais serviços de transporte. É permitir que as empresas fretem navios em maior quantidade”.

Com informações do Diário do Nordeste

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