Planet Smart City fortalece os empreendedores para driblar a pandemia

Com tecnologia e consultoria profissional gratuita, líder em cidades inteligentes inclusivas implementa mudanças e ajuda negócios locais a crescerem

Acreditando que o empreendedorismo é uma das principais bases do desenvolvimento de seus projetos, a Planet Smart City não somente abre caminhos, mas se dedica a fortalecer os negócios para gerar impacto positivo para as pessoas.

Na Smart City Laguna, no Ceará, a equipe Planet percebeu que era possível fazer a diferença transformando fragilidades em oportunidades durante a implantação do gamification, ferramenta que vai usar a tecnologia para impulsionar as vendas no local através de um sistema de pontos. Em contato com os empreendedores durante as visitas, surgiu a ideia de oferecer o serviço de consultoria profissional gratuita, que foi imediatamente abraçada pela Planet.

“Muito mais que sugerir e implantar melhorias, nós queremos engajar todos em um projeto maior que transforma vidas. Um dos exemplos que me entusiasma é o de uma empreendedora de Laguna que é a primeira mulher da família a abrir um negócio e consegue me transmitir pelo olhar e pelas palavras a força e a vontade de dar certo. Enxergando o potencial dessas pessoas, investimos na realização dos sonhos enquanto estimulamos a economia circular, que é fundamental para o crescimento das nossas cidades”, destaca a CEO da Planet no Brasil, Susanna Marchionni.

Conheça os empreendedores beneficiados pela mentoria

Cuidando da beleza das mulheres da região, Claudenice Silva, carinhosamente chamada de Nice, é a empreendedora que Susanna fala e acompanha desde o início. Nascida e criada na zona rural, ela inaugurou o salão Caipira’s Fashion em 2019 e vem crescendo de forma significativa com o apoio da Planet.

“A mentoria me ajudou a ver que nos dias de maior movimento eu estava participando de alguns cursos e, mesmo com uma intenção de crescer, estava perdendo clientes sem perceber. Com essa simples mudança de agenda, junto da força da divulgação nas redes sociais, já consegui melhorar meu faturamento”, conta a cabeleireira. 

Com sabor de bons encontros, ao lado do salão de Nice, está o Kaco de Telha, restaurante do Alexandro. O estabelecimento, que antes só funcionava no formato presencial e aos finais de semana, inovou implantando o atendimento virtual e o sistema de entregas. “Além de ser um estímulo para a empresa, a consultoria está nos fortalecendo para enfrentar a pandemia. Temos hoje, por exemplo, um WhatsApp mais funcional, que nos permite atender os nossos clientes da cidade e da região de forma muito mais prática”, declara Alex.

Com oito meses de funcionamento, o Açaí 2 Estilos, de Laguna, é a segunda unidade da empresa de Aldemir da Silva, que começou na praça central de São Gonçalo do Amarante. Com a oportunidade de duplicar o aproveitamento dos ensinamentos adquiridos, o empresário destaca os benefícios da consultoria: “Em outro momento, eu precisaria me deslocar para Fortaleza e hoje temos esse serviço aqui na nossa cidade. Mesmo na pandemia, nosso faturamento está sendo positivo e a aplicação das ações da mentoria foi essencial para isso”.

Como aproveitar as melhorias sugeridas em Laguna?

Com soluções simples, as melhorias vão muito além da teoria e podem ser aplicadas em diversos nichos. Romênia Matos, consultora responsável pela mentoria, enumera algumas dicas aplicadas em Laguna que podem ser usadas por qualquer empreendedor, principalmente neste momento: a criação de uma conta no WhatsApp Business; a divulgação de serviços e promoções nas redes sociais; a produção de relatórios financeiros; a realização de pesquisas de mercado e a consolidação de parcerias.

“Todas essas iniciativas são gratuitas ou demandam baixo investimento e conseguem, ao mesmo tempo, ampliar o alcance das empresas, facilitar a decisão de compra para os clientes e reorganizar as finanças para o aumento das receitas. Com todos esses avanços, a Planet acerta em olhar de forma cuidadosa para a realização profissional e pessoal dos empreendedores enquanto investe no desenvolvimento das cidades inteligentes inclusivas”, explica Romênia.

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Cidades Inteligentes: 4 tecnologias do futuro já presentes nas smart cities

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Smart City Laguna é um bom investimento? Descubra agora! 

Terrenos a venda em local seguro

Rede de fibra óptica do Ceará atrai investidores privados para elaboração de cidades inteligentes

O Ceará é um dos três estados com melhor conexão de banda larga, velocidade e quantidade de fibra óptica instalada. 85,9% dos municípios têm cobertura de fibra óptica, de acordo com a Anatel.

Elaboradas para oferecer mais qualidade de vida e bem-estar aos usuários por meio de Tecnologia da Informação, promovendo o desenvolvimento social e econômico, as cidades inteligentes têm ganhado força ao redor do mundo.

Pela internet, os moradores têm como aproveitar uma gama de serviços, voltados ao meio ambiente, segurança pública e mobilidade urbana, por exemplo. No Ceará, a rede de fibra óptica tem atraído empresas a fazerem cidades inteligentes na Região Metropolitana de Fortaleza, aplicando milhões de dólares nos projetos no Estado.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Ceará é um dos três estados brasileiros com melhor conexão de banda larga, velocidade e quantidade de fibra óptica instalada. Além disso, 85,9% dos municípios do Estado têm cobertura de fibra óptica.

Fortaleza ainda conta com 14 cabos submarinos de fibra óptica. Estima-se que até o fim de 2021, a capital cearense terá 18 cabos submarinos funcionando, de acordo com a database Telegeography.

Além disso, no primeiro semestre deste ano, o Cinturão Digital do Estado cresceu 200%, o que fez a infraestrutura de fibra ótica alcançar a maior média de tráfego de dados da história entre janeiro e julho, segundo dados da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice), responsável pela administração do equipamento na esfera pública.

Geração de emprego e renda

Após São Gonçalo do Amarante, Aquiraz, outro município da Região Metropolitana de Fortaleza, receberá uma cidade inteligente. De acordo com a CEO da Planet Smart City, empresa responsável pelos dois projetos, Susanna Marchionni, os locais foram escolhidos estrategiacamente porque têm um déficit habitacional e porque ficam perto de áreas importantes para a geração de emprego e renda às famílias.

Baseado no projeto Minha Casa, Minha Vida (atualmente, Casa Verde e Amarela), os empreendimentos imobiliários são destinados a várias faixas de renda, favorecendo, segundo a CEO, todas as classes sociais.

“Na Europa, não existe isso de fazer um empreedimento imobiliário dedicado somente à classe a, b ou c; os serviços são para todos. É uma democratização da infraestrtura, e o nosso objetivo é criar um hub de inovação, atenuando tecnologia e meio ambiente, com espaços compartilhados para todos os moradores. Tudo isso à disposição das pessoas e sem taxa de uso”, explica.

Econômico e social

Para ela, o projeto da smart city pode inspirar outras empresas a fazer o mesmo, uma vez que, afirma, as pessoas começaram a escolher de maneira mais criteriosa o que vão comprar, o que faz com que as empresas atentem para melhorar a qualidade do que está sendo oferecido quanto à responsabilidade social.

“Um empreendimento imobiliário não pode deixar de ter isso. Não pode criar infraestrutura e esquecer que lá vão morar pessoas. Ou seja, devemos trabalhar o econômico e o social”, diz Susanna Marchionni.

No futuro, observa a CEO, ninguém comprará casa ou apartamento sem notar os serviços ofertados, o que agregará valor. Desta forma, avalia, “a tecnologia deve ser pensada como um meio, não como um fim”.

 

FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

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Planet lança Smart City Aquiraz, cidade inteligente no maior polo turístico do Ceará

Ministério de Minas e Energia lança estudo sobre cidades inteligentes e sustentáveis e destaca as Smart City Laguna e Natal

Inteligência artificial como ferramenta para melhorar a qualidade de vida

A Inteligência Artificial (IA) tornou possível coletar e analisar grandes volumes de informações, permitindo otimizar processos em muitos setores, incluindo espaços urbanos, transporte e saúde.

A longo prazo, a IA apresenta uma caixa de ferramentas que pode melhorar muito os serviços e a infraestrutura ofertados aos moradores em todo o mundo.

No entanto, além de colocar as pessoas no centro do contínuo desenvolvimento e aprimoramento da tecnologia, é importante garantir que as pessoas e as comunidades confiem nessas inovações.

Somente dessa maneira, elas podem ser implementadas, ajudando a criar melhores cidades, capazes de oferecer uma melhor qualidade de vida a seus habitantes.

Até o momento, não foi dada atenção suficiente aos grandes benefícios que a IA pode oferecer agora e no futuro. No entanto, à medida em que a IA avança, os benefícios ganharam mais destaque e a inteligência artificial está destinada a se tornar um verdadeiro passaporte para a vida contemporânea.

A exploração dos benefícios da IA pode melhorar a qualidade de vida dos moradores da cidade e ajudar a construir realidades mais ambientais, econômicas e sustentáveis, fornecendo processos mais eficientes e melhor automação, práticas de sustentabilidade e assistência médica.

IA no design de novos espaços

As precárias condições habitacionais da população global estão no centro da mudança necessária para construir comunidades sustentáveis.

A inteligência artificial pode ajudar a otimizar a maneira como novas cidades e distritos são projetados e a forma como as comunidades existentes são revitalizadas.

Mais do que nunca as pessoas estão migrando para as cidades. Em 2050, as Nações Unidas (ONU) preveem que as cidades receberão 68% da população mundial.

Estimativas mostram que esse número passará dos atuais 7,6 bilhões de habitantes para 8,6 bilhões em 2030, 9,8 bilhões em 2050 e 11,2 bilhões em 2100. A rápida urbanização é um desafio para as cidades que não será fácil de superar.

Líderes e legisladores estão cada vez mais preocupados em como desenvolver infraestrutura de transporte, fornecer e distribuir recursos energéticos, combater a prevenção ao crime e desenvolver serviços de saúde de qualidade. A partir de agora, eles também precisam ser capazes de gerenciar os picos na demanda por benefícios devido a epidemias.

Certamente, o uso da inteligência artificial pode ser de grande apoio para otimizar o projeto da cidade e reduzir drasticamente o consumo de energia e a poluição ambiental.

 

Leia também: Como a tecnologia pode ajudar a reduzir o desperdício de alimentos

Transporte: uso de IA em projetos de infraestrutura

No Reino Unido, o prefeito de Londres desenvolveu uma estratégia de transporte para que 80% das viagens sejam feitas a pé, de bicicleta ou de transporte público antes de 2041.

Para que a cidade alcance esse objetivo com sucesso, é essencial desenvolver uma análise abrangente de como e quando as pessoas usam os sistemas de transporte existentes.

O processo de monitoramento de estradas tem sido ineficiente, demorado e caro. Anteriormente, só era possível coletar dados contando manualmente, o que fornecia uma ideia muito limitada e não confiável da realidade.

A IA ofereceu oportunidades para aumentar a eficiência e a análise. Ela permitiu coletar dados sem a necessidade de operadores humanos, possibilitando analisar grandes quantidades de dados 24 horas por dia e, acima de tudo, facilitou o desenvolvimento de análises com antecedência capazes de otimizar bastante os processos em diversas áreas.

Dados abrangentes fornecem aos líderes da cidade uma visão clara, permitindo que eles tomem as melhores decisões quando se trata de onde direcionar seus investimentos e como adaptar a infraestrutura de transporte.

O Transport for London (TfL) lançou recentemente um experimento para desenvolver uma visão geral do tráfego e uma série de análises. Usando programas de inteligência artificial, os scanners têm uma taxa de precisão de 98% na identificação dos fluxos de veículos e pessoas pela cidade.

Essa tecnologia avançada é um grande suporte para os planejadores urbanos de Londres, que agora redesenham áreas da cidade com os modelos de tráfego existentes.

Portanto, eles podem priorizar a construção de ciclovias nas estradas utilizadas por um grande número de ciclistas, por exemplo. Em resumo, os fundos são investidos para melhorar áreas onde uma necessidade real foi identificada graças à tecnologia de IA.

Ao implementar programas de inteligência artificial, a atenção à proteção e confidencialidade dos dados é fundamental e cada vez mais relevante, especialmente na Europa.

No caso apresentado acima, o Transport for London afirma que todos os vídeos coletados por seus scanners de IA são excluídos em alguns segundos e que nenhum dado pessoal é armazenado.

Para desenvolver ainda mais o uso da IA globalmente, é importante que métodos de privacidade de dados como esses sejam seguidos por empresas de qualquer setor.

Uso sustentável de energia

A IA pode analisar dados históricos para prever o consumo de energia esperado de um edifício, distrito ou mesmo de uma cidade inteira. A análise permite que os fornecedores de energia tomem decisões sobre onde alocar a energia disponível, ajudando-os a gerenciar melhor o pico e a tendência diária ou mensal.

Isso levou ao desenvolvimento do Modelo de Negócios Agregador usado pelos fornecedores de energia para gerar informações detalhadas sobre tendências diárias e mensais, permitindo que as empresas tomem decisões sobre onde alocar energia e gerenciar picos de uso.

O agregador pode incluir geradores e consumidores operando em um ou vários mercados de eletricidade. Como resultado, eles não estão apenas economizando recursos energéticos valiosos, mas também o custo final para os consumidores. Aplicações semelhantes também são possíveis para a água.

Como os cuidados de saúde podem se beneficiar

No campo da medicina, a IA é capaz de facilitar a análise médica remota, auxiliar no desenvolvimento da medicina preditiva e fornecer assistência vital em circunstâncias em que médicos e enfermeiros são incapazes de lidar com o aumento da demanda por serviços.

O crescimento no setor de saúde já está acelerando, com o número de startups de IA com foco em saúde aumentando de menos de 20 em 2012 para quase 70 em meados de 2016.

Em Londres, o Serviço Nacional de Saúde, NHS Inglaterra, reconheceu o vasto potencial da tecnologia no gerenciamento de serviços já com elevada demanda. Em breve, eles criarão um laboratório de inteligência artificial, na tentativa de fornecer melhores pesquisas e assistência aos pacientes.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, uma análise da Accenture prevê que aplicativos de inteligência artificial poderiam economizar US$ 150 bilhões para a economia do país até 2026.

Mudança de mentalidade

No futuro, o uso combinado da Internet das Coisas (IoT) e da tecnologia de IA pode fornecer soluções ainda mais inteligentes, mais baratas e mais eficazes para os desafios globais. No entanto, é necessária uma mudança de mentalidade e muita atenção deve ser dada ao valor ético que a IA pode fornecer.

A amplitude e o ritmo das mudanças são sem precedentes e o surgimento de tecnologias, principalmente a inteligência artificial, tem o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida de milhões de pessoas.

O desenvolvimento dessa tecnologia deve ser guiado por fortes valores e princípios, pois isso inevitavelmente influenciará a maneira como ela será aplicada e implementada posteriormente, se é possível melhorar a vida das pessoas ou o contrário. Não podemos perder a oportunidade de explorar essas tecnologias para o benefício da humanidade, e há muitas maneiras de garantir isso.

Qualquer evolução tecnológica deve ser realizada com as pessoas em mente. Ao colocar o ser humano no centro do desenvolvimento e aprimoramento contínuos da IA, é possível desenvolver processos de tomada de decisão e previsão que integram a criatividade às inovações da IA.

Elas poderiam ser implementadas em todos os continentes, moldando verdadeiramente nossas comunidades e fornecendo cidades mais robustas e preparadas para o futuro, essenciais para as futuras gerações.

Cristiano Radaelli
Diretor de Inovação da Planet Smart City

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Tecnologia da Planet Smart City é aliada em tempos de isolamento social

Que a tecnologia tem sido a maior aliada para conectar pessoas em tempos de isolamento social, não há dúvidas. Na Smart City Laguna, primeira cidade inteligente inclusiva do mundo, em construção no Ceará pela Planet Smart City, um aplicativo vem revolucionando a forma de se relacionar com vizinhos e comunidade como um todo.

Desenvolvido pela Planet Smart City, líder global em cidades inteligentes inclusivas, o aplicativo gratuito Planet App está disponível não apenas para os moradores, mas para qualquer pessoa interessada na conectividade.

Painel de controle da cidade inteligente, o aplicativo foi criado para estimular a sustentabilidade, a interatividade e a economia compartilhada, barateando o custo de vida, reduzindo desperdício de alimentos, água e energia e otimizando tempo e recursos.

Nesse momento específico em que todos estão dentro de casa, cumprindo o período de quarentena indicado pelas autoridades de saúde, o Planet App ajuda as pessoas a interagirem com seus vizinhos e familiares, através de grupos online, além de mantê-los atualizados sobre notícias do novo Coronavírus.

Uma das funções de destaque do aplicativo é o Botão SOS, em que um alerta é disparado, em caso de emergência, para até cinco contatos cadastrados pelo morador, que recebem além do aviso a sua geolocalização.

Também estão sendo divulgadas dicas de cursos gratuitos e de atividades indoor para todas as faixas etárias, como exercícios físicos e artes manuais.

O app também tem um guia com as medidas necessárias para evitar a transmissão da doença. Além de tudo isso, mostra em tempo real o videomonitoramento de algumas áreas públicas da cidade inteligente.

Em breve, além de monitorar a casa, outras funções do aplicativo permitirão a consulta da qualidade do ar e ainda acesso amplo aos diferentes serviços digitais da cidade. Facilitará, ainda mais a interação social, como troca de serviços e produtos, venda e compra de itens novos e usados, caronas compartilhadas, ações solidárias e oferta de serviços delivery.

“A tecnologia deve estar sempre a serviço das pessoas. O nosso conceito de cidade inteligente inclusiva coloca os cidadãos no centro de tudo e o aplicativo tem papel fundamental nos nossos projetos”, diz Susanna Marchionni, CEO da Planet Smart City no Brasil, que está construindo no Brasil quatro empreendimentos inteligentes: Laguna (Ceará), Aquiraz (CE), Natal (RN) e Viva!Smart, na capital de São Paulo.

Desenvolvido pelo Centro de Competência da Planet na Itália, o aplicativo é dividido em cinco áreas: Perfil Pessoal, Cidade, Coletividade, Segurança e Casa. Depois de cadastrado, é possível selecionar preferências, indicar locais de interesse e selecionar filtros de navegação. Baixe agora gratuitamente!

Saiba mais sobre o Planet App

Sobre a Planet Smart City

Líder global em cidades inteligentes inclusivas, a Planet Smart City projeta e constrói cidades e bairros que colocam as pessoas ao centro de cada projeto.

Suas equipes multidisciplinares integram soluções inovadoras em arquitetura e planejamento urbanístico, tecnologia, meio ambiente e práticas de inovação social para oferecer residências de alta qualidade, com preço acessível, criando valor de longo prazo para seus moradores.

À medida em que a Planet vê as cidades evoluindo, a empresa entrega mais do que casas, mas empreendimentos ricos em tecnologia, serviços e programas de inovação social.

Fundada em 2015 pelos especialistas italianos no mercado imobiliário Giovanni Savio e Susanna Marchionni, e presidida pelo físico e empresário Stefano Buono, a Planet tem a visão de oferecer a todos a oportunidade de viver em um lar melhor.

A empresa atua para transformar a crise global de moradia em países com grande déficit habitacional e também trabalha em parceria com desenvolvedores em todo o mundo para revitalizar construções e comunidades já existentes, por meio de tecnologias inteligentes. Seu know-how é transferido globalmente, sempre atendendo à cultura e às necessidades locais.

A proposta única da Planet se tornou realidade no Brasil, onde está construindo a Smart City Laguna (Ceará), a primeira Cidade Inteligente Inclusiva do mundo; e a Smart City Natal (Rio Grande do Norte); e recentemente anunciou o Viva!Smart, um projeto com 2.500 apartamentos inteligentes em São Paulo, e a Smart City Aquiraz (também no Ceará).

Juntos, esses bairros/cidades ofertarão casas de qualidade para milhares de pessoas. A empresa também possui um portfólio ativo na Itália, onde desenvolve projetos inteligentes com os principais desenvolvedores, e acaba de anunciar a expansão de suas operações para a Índia.

Sediada em Londres, no Reino Unido, com escritórios no Brasil, na Itália e na índia, a Planet captou 100 milhões de euros desde a formação da empresa e está executando um ambicioso plano de expansão que inclui o lançamento de 30 projetos residenciais de grande escala até o final de 2023, com um marco de oito projetos até o final de 2020.

Nova tecnologia transmite alertas de situações perigosas para motociclistas

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Nova tecnologia transmite alertas de situações perigosas para motociclistas

Já pensou em ter alguém – ou algo – te avisando quando há algum tipo de perigo na rua? A tecnologia desenvolvida pela RideVision, companhia de tecnologia focada em veículos de duas rodas, consegue atuar como um tipo de “auxiliar” para motorista.

Funciona da seguinte maneira: utilizando câmeras comuns como sensores visuais, a inteligência artificial denominada Collision Aversion Technology – CAT – consegue compreender o corpo do motorista e entender quando este não está em uma posição segura, por exemplo.

Uri Lavi, um dos fundadores da RideVision, empresa israelense, disse que um dos princípios da tecnologia é servir como um apoio para o motorista; dessa forma, ela foi desenvolvida de forma simples. Integrados ao veículo, estão duas câmeras – uma na parte da frente e outra na parte de trás – e uma unidade de controle do motor na parte do assento.

Esses itens, que estão interligados, conseguem prever possíveis perigos e colisões dianteiras, além de enviar alertas diretamente para o motorista.

Lavi acrescentou que ele e sua equipe pensaram em diversas maneiras seguras para que o motorista receba os alertas e, após diversos testes, optaram pelo uso de um capacete com um visor tecnológico, que emite luzes vermelhas quando há a existência de um perigo. Sendo assim, os alertas são apenas visuais, e o indivíduo não é prejudicado com barulhos.

 

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Além disso, os espelhos também emitem alertas. De acordo com o presidente da companhia, os dois espelhos possuem lâmpadas LED que emitem luz em algumas ocasiões.

Como exemplo, Lavi disse que, quando os dois espelhos piscam, é sinal de uma possível colisão dianteira. Quando apenas o espelho da esquerda pisca, é sinal de que há um veículo se aproximando pelo lado esquerdo.

Até o momento, o produto está sendo comercializado no Japão, na Itália e em Israel. Existe um interesse por parte do fundador em trazer a tecnologia para o Brasil, mas ainda não tem uma data definida.

“O Brasil é basicamente um dos maiores mercados de automóveis, é um mercado enorme com motocicletas e também é um grande mercado premium. Nós temos um distribuidor para a RideVision – que ainda não pode ser divulgado -, e um dos investidores também é uma empresa automotiva do Brasil. Portanto, esperamos poder levar a tecnologia para o país logo”, completou Lavi.

Em relação aos preços, Lavi informou que os valores variam de acordo com o país e os itens adquiridos. O pacote completo, porém, – que inclui as duas câmeras e todas as ferramentas responsáveis pelos alertas – custa em volta de 600 dólares.

Confira, abaixo, uma demonstração de como a tecnologia funciona:

Fonte: Exame

Como a tecnologia pode ajudar a reduzir o desperdício de alimentos

Tecnologia da Planet Smart City é aliada em tempos de isolamento social

Como a tecnologia pode ajudar a reduzir o desperdício de alimentos

O setor agroalimentar tem um dos maiores impactos sociais e ambientais e desempenha um papel fundamental no desenvolvimento sustentável de todo o planeta. Reduzir o desperdício de alimentos tornou-se um dos desafios mais importantes que a população mundial enfrenta atualmente.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), todos os anos, quase um terço de todos os alimentos produzidos para o consumo humano – cerca de 1,3 bilhão de toneladas – são perdidos ou desperdiçados. Enquanto isso, existem mais de 820 milhões de pessoas que ainda vivem em um estado de desnutrição.

Reduzir para metade o desperdício de alimentos global per capita no varejo e no atacado e reduzir as perdas de alimentos durante as cadeias de produção e suprimento são metas estabelecidas pelas Nações Unidas (ONU), para garantir padrões sustentáveis de produção e consumo.

O objetivo 12 da Agenda 2030, intitulado “consumo e produção responsáveis”, tem como alvo produtores, distribuidores, administrações públicas e empresas sociais responsáveis por reequilibrar a lacuna entre o excedente e a necessidade de alimentos.

Hoje, a tecnologia desempenha um papel fundamental no fornecimento de modelos sustentáveis e ferramentas úteis que ajudam a criar maneiras cada vez mais eficazes e eficientes de operar em diferentes setores, incluindo gestão de alimentos e resíduos.

Desde aplicativos que monitoram as datas de validade de diferentes produtos na geladeira até aqueles que permitem compartilhar excesso de alimentos com outras pessoas nas proximidades.

 

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Mirafiori não desperdiça

Nos arredores do sul de Turim, na Itália, fica um bairro chamado Mirafiori Sud, mais conhecido como o local da fábrica de carros industriais FIAT.

Os moradores do distrito já estão desfrutando do acesso aos serviços da comunidade por meio do Planet App e, em dezembro de 2019, foram os primeiros a experimentar o novo recurso “Zero Waste”, que significa “Desperdício Zero”.

Para a iniciativa, projetamos e desenvolvemos uma ferramenta digital que fornece às organizações um mercado digital para relatar a disponibilidade de alimentos em excesso, fazer reservas e coordenar e monitorar doações.

Atualmente, 16 organizações locais, 22 lojas, 38 mil moradores e 60 voluntários participam do programa. Como resultado, as pessoas que moram em Mirafiori agora podem levar para casa produtos essenciais, que antes não tinham acesso.

Nomeado “Mirafiori Non Spreca”, traduzido como “Mirafiori não desperdiça”, o serviço foi levado ao distrito em parceria com a Associação Comunitária Miravolante, a Fundação Mirafiori, a Associação Crescere Insieme, AICS Torino e a Planet Smart City, com o apoio de Compagnia di San Paolo como parte da campanha “Done for Good”, que significa “Feito para o bem”.

Alimentos frescos recuperados

Em apenas três meses de operação, a ferramenta permitiu recuperar cerca de 350 kg de alimentos frescos, incluindo frutas, legumes, carne e peixe.

A rede da Mirafiori Sud se beneficia de serviços mais rápidos, graças ao sistema de intercâmbio e colaboração, melhor comunicação entre as partes e uma ferramenta central onde as doações podem ser monitoradas com facilidade e eficiência. Como resultado, o desperdício de alimentos foi reduzido e uma quantidade crescente de ajuda foi oferecida às famílias.

Essa experiência confirma como o reformulação de soluções inteligentes com representantes dos moradores é importante por torna-las mais eficazes. Recebemos feedback positivo do trabalho realizado até agora, incluindo vários pedidos para a ferramenta “Desperdício Zero” em outros distritos de Turim.

No momento, estamos otimizando a ferramenta para que ela possa gerenciar outros tipos de bens, como medicamentos, brinquedos e roupas infantis. Nosso objetivo é disponibilizar a ferramenta não apenas no Brasil, mas também nas futuras cidades inteligentes inclusivas da Planet.

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Construção civil: tijolos e cimentos que crescem e se reproduzem prometem revolucionar a indústria

Já imaginou um material sólido, perfeito para construção, que é capaz de crescer sozinho como recifes de corais? É basicamente assim que funcionam os tijolos do laboratório do cientista Wil Srubar, da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. Isso porque essas criações da biotecnologia não estão apenas vivas, mas em processo de reprodução, também.

Conhecidos como materiais vivos projetados (ELM), os tijolos são produzidos por bactérias e micróbios que convertem areia, nutrientes e outras matérias-primas em um biocimento, da mesma forma que os corais sintetizam recifes. Por isso, quando um dos tijolos é dividido ao meio, em questão seis horas, dois se formarão.

Com o ELM é possível construir materiais estruturais inertes, como cimento endurecido ou substitutos semelhantes à madeira, com aplicações para a construção civil, já que podem ser base de pistas de aeroportos, que se auto-constroem, e bandagens vivas.

A novidade do biocimento de Srubar é que essa invenção consegue reter as células vivas, mesmo na estrutura final. Isso é possível porque os cientistas controlam a temperatura e a umidade, mantendo esses organismos vivos. E quando quiserem estabilizar o crescimento, basta desativar esses controles, como explicado no artigo da Matter.

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Novo vs velho

Até então, os tijolos são feitos, normalmente, com argila, areia, cal e água, que são misturados, moldados e aquecidos em olarias a mais de 1000 °C, em um processo que consome muita energia e gera centenas de milhões de toneladas de emissões de carbono anualmente.

Em contrapartida, uma empresa da Carolina do Norte, nos EUA, chamada de bioMASON, foi uma das primeiras a explorar o uso de bactérias na fabricação desse material. Nesse caso, os micróbios é que convertiam nutrientes em carbonato de cálcio, que endurece a areia e a transforma em um material de construção resistente à temperatura ambiente.

“Você poderia cultivar uma pista temporária em algum lugar semeando bactérias na areia e gelatina?” pergunta Sarah Glaven, microbiologista e especialista em ELM do Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA. Em junho de 2019, pesquisadores da Base da Força Aérea Wright-Patterson, em Ohio, criaram um protótipo como o questionado por ela, com 232 metros quadrados.

A esperança, explica Blake Bextine, que dirige um programa ELM para a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Defesa dos EUA, é que, em vez de transportar toneladas de materiais para criar campos aéreos expedicionários, os engenheiros militares possam usar areia, cascalho e água locais e aplicar alguns “tambores” de bactérias — que produzem cimento — para criar novas pistas, em questão de dias. Esse movimento resultou em uma porção de grupos levando esse mesmo conceito adiante.

As informações são do Canaltech

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Cidades inteligentes e suas tecnologias: o papel do Big Data e da Internet das Coisas

Várias cidades inteligentes ao redor do mundo estão implementando iniciativas para desenvolver ambientes urbanos mais sustentáveis e seguros, com ar e água mais limpos, melhor mobilidade e serviços públicos eficientes. Essas iniciativas são feitas por meio de tecnologias como a Internet das Coisas (IoT) e o Big Data, que formam a base do modelo de uma cidade inteligente.

Neste artigo, vamos explicar o que torna uma cidade inteligente, quais suas principais tecnologias e como o Big Data e a Internet das Coisas contribuem para o desenvolvimento das cidades inteligentes e seus aplicativos.

O que torna uma cidade inteligente

As cidades inteligentes usam as soluções em tecnologia para melhorar os serviços da cidade e a experiência de vida dos moradores. São utilizados sensores, redes e aplicativos para coletar dados relevantes, como congestionamento do tráfego, uso de energia e qualidade do ar. Esses dados podem ser usados para melhorar os serviços da cidade.

As principais tecnologias das cidades inteligentes

1 – Big Data e Internet das Coisas (IoT)

A IoT é uma tecnologia essencial para as cidades inteligentes. Os dispositivos, sensores e aplicativos coletam os dados das “coisas”. Com essas informações é possível tornar as soluções tecnológicas mais eficazes. Por exemplo: medidores de água inteligentes informando a qualidade e o seu uso ajuda a alertar a empresa de água sobre vazamentos ou contaminação em potencial.

E como isso funcionaria? É aí que entra a análise de Big Data. A IoT gera um grande volume de dados, que devem ser analisados e processados para que seja possível a implementação dos serviços nas cidades inteligentes.

2 – Sensores

Os sensores estão no centro de todos os dispositivos do sistema IoT. De carros conectados a semáforos e residências inteligentes, quase todos os dispositivos hoje possuem sensores que coletam e enviam dados para a nuvem. Essa interconectividade é o que torna possível o sistema da Internet das Coisas.

Por exemplo: sensores de proximidade possibilitam o desenvolvimento de sistemas automatizados de veículos. As cidades inteligentes usam sensores para medir uma infinidade de valores, desde o congestionamento do tráfego até os níveis de poluição, qualidade da água e uso de energia.

3 – Conectividade 5G

As tecnologias das cidades inteligentes exigem conectividade para funcionar. A rede 5G fornece às áreas urbanas uma forte conexão entre milhões de dispositivos e sensores, permitindo que a IoT funcione com eficiência.

4 – Tecnologia geoespacial

O planejamento urbano requer precisão de geolocalização e dados geográficos detalhados. As cidades inteligentes contam com tecnologias como o Sistema de Posicionamento Global (GPS) para gerenciamento de transporte e veículos conectados. O Sistema de Informação Geográfica (SIG) ajuda os planejadores da cidade a construir um modelo digital urbano com dados georreferenciados.

Isso permite que os engenheiros da construção, por exemplo, determinem a melhor rota para ciclovias ou onde colocar estações de transporte multimodais. No caso de novas cidades, como Belmont (EUA), os planejadores urbanos usam tecnologias geoespaciais para projetar áreas residenciais e urbanas para promover o deslocamento diário.

5 – Robótica

Os robôs deixaram os filmes de ficção científica para se tornar parte da vida cotidiana. A integração da robótica visa melhorar as operações da cidade, como o uso de drones para serviços postais. Cidades como Dubai, Cingapura e Tóquio estão na vanguarda dessa tendência, introduzindo “humanóides” para funções como serviço de quarto em hotéis e vigilância.

Por exemplo: os visitantes das Olimpíadas de Tóquio em 2020 receberão ajuda para se comunicar em japonês com robôs tradutores. Enquanto isso, em Dubai, Robocop não é mais uma fantasia, já que a cidade está testando policiais humanóides com a intenção de substituir 25% de sua força policial até 2030.

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São 195 gigapixels de resolução para compartilhar, interagir e chamar a atenção do público.

Imagem de Xangai em 360º totalmente diferente do convencional

A empresa chinesa, Big Pixel, dispara com tecnologia e inovação. São 195 gigapixels de resolução para compartilhar, interagir e chamar a atenção do público. Tamanha qualidade alcança expressões faciais das pessoas que estavam andando na rua no momento em que a foto foi tirada.

Big Pixel possui bastante audiência em seu site por postar fotos em altas resoluções, mas utilizou de ferramentas relevantes para atrair as pessoas disponibilizando a foto em 360º da cidade de Xangai. Atualmente, os celulares possuem câmeras com 12 megapixels. Apenas 1 gigapixel equivale a 1000 megapixels. A foto corresponde bem ao ditado: “é coisa de outro mundo”. A imagem foi tirada em cima da torre televisiva Oriental Pearl Tower, prédio que possibilita uma visão panorâmica da cidade em todas direções. Na fotografia, podemos dar zoom e observar pessoas nas ruas, carros, ônibus, em embarcações, etc. É incrivelmente rico a capacidade nos detalhes ao aproximar. Indo além do comum, o que seria uma imagem de satélite com tecnologia quântica, a imagem foi feita com base em fotografias “normais”, costuradas por um programa digital umas nas outras.

A tecnologia utilizada nessa foto gigantesca consiste em tirar várias fotos de uma cena, com resoluções menores, e juntá-las, dando um efeito como se a foto de 195 gigapixels tivesse sido tirada de apenas uma vez. Por isso, se você avistar pessoas duplicadas numa cena, é porque essas pessoas se locomoveram entre um clique e outro. A foto de 195 gigapixels está famosa em todo o mundo. Mais de 8 milhões de pessoas já clicaram para conferir essa obra prima.

Fica o pensamento, já pensou se a tecnologia fosse usada de formas diferentes? Já pensou estar em casa e uma pessoa em outro bairro poder ver você dançando loucamente enquanto escuta sua música favorita? As possibilidades são imensas. Existe até uma cena no filme “Velosos e Furiosos 8” em que é usado programas de fotografias bastantes parecidas com a imagem da empresa Big Pixel.

Para conferir a fotografia, basta você clicar aqui. A diversão com seus amigos será garantida por um bom tempo explorando a imagem.

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